Mal cheguei em Biarritz e já fui à praia de mochila e cuia; Calor, sol, surf... da praia liguei pro ,eu host e ele foi me buscar. Sebastien; francês da Britania; apaixonado pelo Brasil. Que pena que você não veio do Brasil descobri que ele não e fã do couchsurfing, só me hospedou porque eu sou brasileira e ele queria treinar português. Bom, menos mal, foi a única pessoa que eu encontrei em Biarritz.Engraçado como os franceses adoram os brasileiros, por onde eu andei hoje e dizia que era brasileria eles logo tentavam alguma palavra em português. E isso eu notei também enquanto procurava couch no couchsurfing, muitos ate pediram para eu ensinar português pra eles.
Voltando à Biarritz, a capital europeia do surf, que esse ano esta fazendo cinquenta anos de surf e por todo lado exposições sobre o tema.

Cheguei no ultimo dia do campeonato mundial feminino de surf. Cheguei à tempo de assistir as finais e ver elas subindo ao pódio. Vencedora Joy Monahan do Havai.
Aqui nessa cidade tudo e surf, se não for long e boady, mas não se vê um quilometro quadrado de praia sem uma prancha. Meio de locomoção: a pé, de carro, de Van e ate de vespa e bicicleta. Esse que e o charme.

Biarritz ainda faz parte do país Basco, e como tal se vê muitas festividades bascas nas ruas e comida típica basca. Inclusive tapas e paella que tanto parecem espanholas. Mas a questão das tapas e que ha uma disputa entre a Andaluzia e Pais Basco pra qual lugar que inventou essa iguaria.

Após muita praia durante o dia à noite fomos ver a vida noturna da cidade, fomos num bar à beira mar, muito bem localizado, e referência aos franceses de posses.Por hoje ser apenas terça, a noite acabou cedo, as 3 da manhã!

