Acordo e vou conhecer a cidade.
Bilbao é construída ao longo do Vale do Rio Bilbao, uma cidade famosa por suas pontes, consideradas património da humanidade.
A língua basca é uma língua à parte.Completamente diferente de todas as outras línguas;Não é como o Catalão, que é uma mistura de espanhol e francês, ou como o Galego, mistura de espanhol e português.Mas em compensação o espanhol falado aqui é muito mais inteligível que o falado no sul do país.
O dia amanhece quente e ensolarado.Ando à margem do rio quase sua total extensão.
Chego ao Museu Guggenheim, exposiçao de arte surreal com arquitetura do terceiro milênio. 
Sento-me ao sol e fico observando as pessoas.Ao meu lado um grupo de adolescentes brincam com a água do chafariz saída do chão que jorra pelos ares parando em determinada tempo.Eles correm em volta, pulam, passam no meio, ficam todos molhados.
Pego o metro e rumo em direcão à praia.Desço na última estação, Plentza. No caminho da praia paro para comer uns Pinchos.
Para se chegar à praia temos que seguir um rio, com muitos veleiros, barcos, e pessoas fazendo canoagem com canoas e com pranchas.
A praia fica numa baía, de um lado o rio, e toda cercada de montanhas. O mar é calmo, a areia grossa e dourada, muita gente.
Sete da noite, ainda aquele solzinho de fim da tarde, tipo umas quatro no Brasil, espetáculo. Adoro!
Bilbao é construída ao longo do Vale do Rio Bilbao, uma cidade famosa por suas pontes, consideradas património da humanidade.

A língua basca é uma língua à parte.Completamente diferente de todas as outras línguas;Não é como o Catalão, que é uma mistura de espanhol e francês, ou como o Galego, mistura de espanhol e português.Mas em compensação o espanhol falado aqui é muito mais inteligível que o falado no sul do país.
O dia amanhece quente e ensolarado.Ando à margem do rio quase sua total extensão.
Chego ao Museu Guggenheim, exposiçao de arte surreal com arquitetura do terceiro milênio. 
Sento-me ao sol e fico observando as pessoas.Ao meu lado um grupo de adolescentes brincam com a água do chafariz saída do chão que jorra pelos ares parando em determinada tempo.Eles correm em volta, pulam, passam no meio, ficam todos molhados.

Pego o metro e rumo em direcão à praia.Desço na última estação, Plentza. No caminho da praia paro para comer uns Pinchos.
Para se chegar à praia temos que seguir um rio, com muitos veleiros, barcos, e pessoas fazendo canoagem com canoas e com pranchas.
A praia fica numa baía, de um lado o rio, e toda cercada de montanhas. O mar é calmo, a areia grossa e dourada, muita gente.
Sete da noite, ainda aquele solzinho de fim da tarde, tipo umas quatro no Brasil, espetáculo. Adoro!


